Educadores!
É impossível existir sem sonhos!
É por aí que começa a história dos educadores. Sonhamos e realizamos ou ainda persistimos quando todos já desistiram. Assim é preciso desenvolver uma pedagogia do desejo. Trazer presente o seguinte questionamento: Como gerar em nossos educandos sonhos? Como gerar propostas de trabalho educativo que sejam construtoras de espaços e tempos que favoreçam o desejo, a busca, a investigação do conhecimento com significação social?
Temos que buscar as histórias e nossos construtos históricos que avalizam os paradigmas educativos, os quais fazem parte e todo do discurso pedagógico.
Sejamos protagonistas de nossas histórias!
Assim fala Fernando Pessoa em seus versos:
“Sim, sou eu mesmo tal qual resultei de tudo...
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso eu sou...
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.”
Assim podemos afirmar que a escola é um espaço vivo porque a vida habita a humanidade do ser educador, educando, funcionário e pais. A vida está em nós.
Façamos uma memória reflexiva de nossa trajetória e suas imagens que vivem em nossa interioridade vivificadas pelas lembranças e encontros com os educandos e colegas que habitaram em nós.